on quarta-feira, 17 de setembro de 2014
Estou preparando uma postagem bem bacana de anos incríveis. Em breve sai o resultado final!:)
@lucasbarbosasep
on sábado, 12 de julho de 2014

Tommy Ramone, ex-baterista e produtor de uma das bandas mais influentes da história do punk, Ramones, morreu nesta sexta-feira (11) de colangiocarcinoma (câncer no ducto biliar), em sua casa, em Nova York. De acordo com o site da revista Variety, o último integrante sobrevivente original tinha 62 anos e estava em cuidados paliativos da doença após um tratamento.

Nascido na Hungria como Erdelyi Tamas, ele participou dos três primeiros álbuns da banda – "Ramones" (1976), "Leave Home" (1977) e "Rocket to Russia" (1977) – e co-produziu os dois últimos álbuns com Tony Bongiovi e Ed Stasium, respectivamente. Também compôs dois grandes sucessos como "I Wanna Be Your Boyfriend" e "Blitzkrieg Bop". Logo em seguida, ele deixou o grupo para focar na carreira de produtor e deu seu lugar a Marc Bell (Marky Ramone), um ex-membro da Dust and Richard Hell's Voidoids.

A última formação dos Ramones se desfez em 1996 em Hollywood. Joey Ramone morreu de linfoma em 2001; Dee Dee sucumbiu a uma overdose de drogas em 2002; e Johnny faleceu após enfrentar um câncer de próstata em 2004. O grupo entrou para o Hall da Fama do Rock and Roll em 2002.

Em 2004, Tommy voltou aos palcos com o show "Ramones Beat Down On Cancer" e, mais recentemente, fazia parte da banda "Uncle Monk" cujos integrantes eram ele e Claudia Tienan, uma guitarrista, baixista e vocalista.

O Twitter oficial da dos Ramones também anunciou a morte de seu lendário baterista. "Estamos tristes em anunciar o falecimento do baterista fundador dos Ramones, Tommy (Erdelyi) Ramone".

Está previsto um funeral reservado apenas para familiares e amigos.


Confira como ficaram os atores do Castelo Rá Tim Bum 20 depois!

Para comemorar os 45 anos da TV Cultura e os 20 anos da estreia de "Castelo Rá-Tim-Bum", o canal voltou a transmitir diariamente os episódios da série infantil nesta segunda-feira (30). Depois de 90 capítulos, a série terminou em 1997, mas ganhou versões no cinema e no teatro. Os personagens Nino, Pedro, Biba, Zequinha, Dr. Victor, Morgana, Penélope, Bongô, além dos bonecos Celeste, Godofredo, Mau e muitos outros marcaram época. Veja como estão os atores de "Castelo Rá-Tim-Bum" hoje em dia


Cássio Scapin, que interpretou Antonino Stradivarius Victorius III, o Nino, feiticeiro de 300 anos e personagem principal de Castelo Rá-Tim-Bum, hoje tem 50 anos. Após o fim do seriado infantil, em 1997, Scapin passou pela Globo, onde, entre outros papéis, interpretou o inventor Santos Dumont na minissérie "Um Só Coração". O ator também atuou em produções da Record como "Os Mutantes" e "Ribeirão do Tempo". Além disso, ele se destacou no teatro, ganhando, em 1998, os prêmios Apetesp e Shell por sua interpretação na comédia musical Memórias Póstumas de Brás Cubas, inspirada na obra de Machado de Assis


Luciano Amaral, intérprete do personagem Pedro, tem 34 anos e depois do fim de Castelo Rá-Tim-Bum continuou trabalhando na TV, só que como apresentador. Depois de atuar como o personagem Rato, na novela "Razão de Viver" do SBT, Amaral comandou alguns programas de TV sobre games como o "G4 Brasil" e o "Combo Fala + Joga". Atualmente, ele pode ser visto no programa "Go!Game", da PlayTV. Antes de Castelo Rá-Tim-Bum. Amaral já fazia sucesso como o personagem Lucas Silva e Silva da série "Mundo da Lua", também da TV Cultura


Caçula da turma, hoje com 29 anos, o ator Fredy Allan fazia o Zequinha, do bordão "Porque sim, Zequinha!". Logo após o fim de "Castelo Rá-Tim-Bum', ele foi para a Record onde fez a série infantil "Vila Esperança". O ator, no entanto, seguiu carreira no teatro, mas ainda é reconhecido nas ruas como o personagem que o lançou aos 9 anos. Em uma entrevista à revista "Quem", em 2012, Allan afirmou que não se importava de ainda ser lembrado como Zequinha


Cynthia Raquel, que fez a personagem Biba em "Castelo Rá-Tim-Bum", tem hoje 34 anos e também é jornalista. Na televisão, ela trabalhou como repórter para o "Domingo da Gente", da Record e para o "Eliana", do SBT. Em 2012, ela apresentou o "Cozinha Amiga", programa de culinária da Gazeta, ao lado do ex-BBB Thyrso. Hoje, ela mantém um blog de variedades, onde posta dicas de maquiagem e contos de sua autoria


Eduardo Silva, o intérprete do entregador de pizza Bongô em "Castelo Rá-Tim-Bum, completou 50 anos em 2014. Depois do seriado infantil, o ator fez novelas no SBT, como "Esmeralda" e "Uma Rosa Com Amor", teatro, cinema. Ele também trabalhou como professor de biologia, dando aula em cursinhos


Em "Castelo Rá-Tim-Bum", Sérgio Mamberti era o Dr. Victor, tio de Nino, que adorava ralhar com o garoto, usando o bordão "raios e trovões!". Após o fim do seriado na TV Cultura, Mamberti participou da versão cinematográfica de "Castelo Rá-Tim-Bum e continuou na televisão, fazendo novelas como "O Clone", "Sabor da Paixão", "Da Cor do Pecado", "O Profeta", "O Astro" e "Flor do Caribe". Seu papel mais recente na TV foi em "Doce de Mãe", série da Globo estrelada por Fernanda Montenegro


A atriz Rosi Campos era quem dava vida à feiticeira Morgana, tia-avó de Nino. Rosi também participou da versão para as telonas de "Castelo Rá-Tim-Bum" e continuou a carreira como atriz da Globo. Ela tem no currículo produções como "Salsa e Merengue", "Hilda Furacão", "América", "A Casa das Sete Mulheres", "A Favorita", "Insensato Coração", "Dercy de Verdade", "Salve Jorge" e "Joia Rara"


Grande vilão de "Castelo Rá-Tim-Bum", o Dr. Abobrinha, ou Dr. Pompeu Pompílio Pomposo, como ele preferia ser chamado vivia tentando comprar o castelo para construir um prédio de cem andares em seu lugar. Pascoal da Conceição, ator que interpretou o malvado, dividiu sua carreira entre a TV e o cinema. Em 2004, ele se destacou interpretando o escritor Mário de Andrade na minissérie "Um Só Coração". Na Globo, Conceição ainda participou de "JK","Caminho das Índias", "O Astro" e "Gabriela" L


Penélope, a jovem e bonita repórter que adorava usar roupas e peruca cor de rosa, foi interpretada por Ângela Dip. A atriz teve passagem pelo SBT, Band, e algumas séries e novelas da Globo como "A Diarista", Toma Lá, Dá Cá", "Maysa - Quando Fala o Coração", "Malhação ID", "Avenida Brasil", "Pé na cova" e "Amor à Vida"


A atriz Patrícia Gasppar, que interpretou a Caipora em Castelo Rá-Tim Bum, continuou atuando na TV e no teatro depois do fim da série. Ela também virou roteirista, diretora de teatro e professora de interpretação


Marcelo Tas, que hoje é um dos apresentadores do "CQC", também era do elenco do Castelo Rá-Tim-Bum. No papel de Telekid, ele tinha um quadro de curiosidades no qual respondia as dúvidas de Zequinha (Fredy Allan)


Fonte: UOL
on domingo, 27 de outubro de 2013
Esse filme, um dos melhores que eu já assisti.
~gabs
on sexta-feira, 21 de junho de 2013

Com entrada franca, a Fundação Japão realiza em parceria com o Sesc SP a exposição "Japan: Kingdom of Characters", até o dia 25 de junho, no Sesc Carmo (que fica na região da Sé), em São Paulo. A mostra itinerante percorrerá ainda outras seis capitais brasileiras, como Curitiba, Recife, Manaus, Belém, Brasília e Rio de Janeiro.

Nesta exposição, personagens como Ultraman, Astro Boy, Hello Kitty, Pokémon (Pikachu) e mascotes (yurukyara) serão apresentados em forma de painéis, vídeos e bonecos, inclusive alguns em tamanho real. Também estão previstas diversas atividades, inclusive um festival gastronômico com iguarias típicas do Japão.

A exposição, que traz os maiores ícones dos animes, mangás e games da década de 1950 até os dias atuais já passou por vários países como Itália, Taiwan, Hungria, França, Austrália, Espanha, Inglaterra, Malásia e Turquia. Aqui, a entrada é franca.

Paralelamente à mostra, exposição sobre Tamagotchis, aqueles bichinhos virtuais que foram febre no século passado. Eles estarão à disposição do público para serem alimentados e cuidados.

Confira alguns personagens de cada época nas imagens abaixo:
Exposição "Japan Kindom of  Characters" em São Paulo traz Personagens japoneses dos anos 50 até os dias atuais

Exposição "Japan Kindom of  Characters" em São Paulo traz Personagens japoneses dos anos 50 até os dias atuais
Exposição "Japan Kindom of  Characters" em São Paulo traz Personagens japoneses dos anos 50 até os dias atuais

Exposição "Japan Kindom of  Characters" em São Paulo traz Personagens japoneses dos anos 50 até os dias atuais



A série Mortal Kombat foi bastante popular em seu tempo. Como a maioria dos jogos de luta no iPhone, tem um joystick nos botões no lado esquerdo e ação à direita. Você é capaz de reproduzir todos os personagens do jogo original e embora os controles precisem de algum tempo para que se acostume, ainda é incrível se executar e observar os movimentos de finalização.
Personagens da Disney em formato do Anime  "Saylor Moon"

Dranchea Rannak, uma fã de Animes, (desenhos japoneses), resolveu postar em sua página no Facebook alguns desenhos que misturam Princesas e outros personagens da  Disney com personagens do anime Sailor Moon, queridinho dos nascidos nos anos 90.


Confira as imagens:
Personagens da Disney em formato do Anime  "Saylor Moon"
Giselle de "Encantada"

Personagens da Disney em formato do Anime  "Saylor Moon"
Mullan do filme "Mullan"

Personagens da Disney em formato do Anime  "Saylor Moon"
Jasminne de "Aladdin"
Personagens da Disney em formato do Anime  "Saylor Moon"
Branca de Neve De "Branca de Neve"

Personagens da Disney em formato do Anime  "Saylor Moon"
Ariel de "A Pequena Sereia"

Personagens da Disney em formato do Anime  "Saylor Moon"
Esmeralda de "O Corcunda de Notre Dame"

Personagens da Disney em formato do Anime  "Saylor Moon"
Wendy de "Peter Pan"

Personagens da Disney em formato do Anime  "Saylor Moon"
Pokahontas de "Pokahontas"


Personagens da Disney em formato do Anime  "Saylor Moon"
Bella de "A bela e a fera"

Personagens da Disney em formato do Anime  "Saylor Moon"
Cinderela de "Cinderela"

Personagens da Disney em formato do Anime  "Saylor Moon"
Jessie de "Toy Store 2 e "Toy Store 3"

Personagens da Disney em formato do Anime  "Saylor Moon"
Tiana de "Princesa e o Sapo"

Personagens da Disney em formato do Anime  "Saylor Moon"
Alice de "O país das maravilhas"

Personagens da Disney em formato do Anime  "Saylor Moon"
Jasminne de "Aladdin"

on sexta-feira, 14 de junho de 2013
Olá pessoal, tudo bem?!
Veja como evoluiu a tecnologia em gadgets dos anos 80 até a década de 2010!

A tecnologia vem evoluindo (muito) rápido e, para quem nasceu entre os anos 80 e 90, com certeza desejou uma lista bem grande de alguns itens tecnológicos. Provávelmente você  sentiu uma ponta de inveja de algum colega de escola com um Tamagotchi ou de alguém tirando do bolso um celular fininho Startac. Confira  abaixo outros gadgets que  foram sonho de consumo de muita gente.


Pense Bem. Se as crianças se divertem Hoje em dia as crianças se divertem com seus iPods Touch e iPads, antigamente era comum que o gadget, que mais parecia um pequeno computador, ''pirasse'' a cabeça de muita gente. Ele vinha com questões pré-programadas e outras atividades para serem feitas junto com livrinhos. Ter um Pense Bem tornava a criança bastante querida entre os amigos. Para quem tem saudade, um há um site que simula o funcionamento dele


 Tamagotchi. Quando você chegava à escola, lá estava a rodinha de coleguinhas em volta de quem tinha o tal bichinho virtual. Aquele pequeno gadget redondo podia alavancar a popularidade até da criança mais ignorada pela turma, quase que instantaneamente. E a dificuldade para apertar o botãozinho de Reset para ressuscitá-lo? Segundo a Bandai, foram vendidos cerca de 76 milhões de Tamagotchi de 1996 a 2010. Para quem tem saudade do bichinho, ele virou aplicativo para Android e iOS


Relógio com calculadora. Antes das agendas eletrônicas, quem fazia sucesso eram esses gadgets. Os primeiros relógios com calculadora foram lançados pela Casio em 1980. A fabricante criou em 1984 um modelo que, além de marcar a hora e fazer contas, armazenava 10 grupos de 16 letras ou números, ''eliminando a necessidade de levar uma agenda telefônica'', diz a empresa em seu site. Foram vendidas 16 milhões de unidades deles nos cinco anos após o lançamento. Ainda é possível comprar alguns modelos, como o da foto acima, do Think Geek


Agenda eletrônica. Antigamente não existia essa praticidade de termos registrados os números de telefones na agenda do celular. Era preciso anotar tudo na agenda de papel. Mas para os mais ''chiques'' isso podia ser feito nessas agendinhas eletrônicas. As mais populares eram as da Casio que, no auge do sucesso, eram facilmente encontradas em camelôs na rua (vindas diretamente do Paraguai)


Joguinho do Paraguai.Mini games
Você vê seu filho ou sobrinho quietinho jogando Nintendo 3DS e deve lembrar, provavelmente, daquela época em que se divertia com muito menos. Os videogames portáteis eram as babás ''eletrônicas'' de antigamente, capazes de deixar as crianças vidradas (e os pais em paz). Os gadgets, quase sempre trazidos por algum familiar do Paraguai ou comprados no camelô, só vinham com um jogo (o mais comum era o Tetris). E quem tinha irmãos geralmente brigava porque eles não emprestavam o joguinho para você...


Game Boy.  Evolução dos ''joguinhos do Paraguai''. Se você tinha um, deve lembrar do barulhinho que ele fazia quando ligava (tu-rum!). Os jogos vinham em fitas, que podiam ser trocadas quando você quisesse. Entre os jogos, estavam Tetris, Super Mario e F-1 Race. Provavelmente você brigou (pelo menos uma vez) com aquele amigo que nunca devolvia sua fita emprestada


Pager. É conhecidos também como ''bipes''(pelo som de alerta quando a mensagem chega), eles foram muito populares entre aqueles que não tinham grana para ter um celular (ou paciência para aguentar a fila de espera para conseguir um). Quando você queria mandar uma mensagem, ligava para uma central, dizia o número do aparelho e ditava o texto a ser enviado. Pelo serviço, pagava-se uma mensalidade -- na época, cerca de R$ 30 (o valor corrigido equivale a cerca de R$ 106 em valores corrigidos atualmente). Hoje, basta enviar um SMS e pronto



Baby, da Telesp Celular. Além do comercial fofo, o aparelho foi o primeiro a ser vendido com créditos pré-pagos no país. O preço quando começou a ser vendido, em 1999, era de R$ 599 (equivale a cerca de R$ 2.081 em valores corrigidos atualmente). Isso incluía o aparelho, carregador de bateria e um crédito de R$ 100


 Toca-fitas portátil. Se hoje carregamos nos iPods e MP3 Players milhares de músicas, antigamente era preciso levar várias fitas cassetes na bolsa ou na pochete para poder variar a trilha sonora. Os walkmans com toca-fitas eram bastante populares (Sony era referência na fabricação deles), assim como as canetas (para rebobinar as fitas na ''raça'' e economizar as pilhas do aparelho). A Sony chegou a produzir esses aparelhos até 2010, quando encerrou a sua fabricação


Toca-discos 4x1. Desapegar-se de uma tecnologia, assim de supetão, não era muito comum antigamente. Como o ritmo de adoção de novas mídias era (bem) mais lento, as fabricantes acabavam lançando aparelhos que tocavam... todas elas. O sonho de consumo era ter um desses aparelhos imensos em casa para tocar CDs, fitas cassete e discos de vinil. E, claro, ouvir rádio AM e FM


 Os computadores pessoais tomaram os lares mesmo com a chegada dos PCs chamados ''486'', apelido que vem do tipo de processador usado por eles (o Intel 80486). Dava para digitar trabalhos da escola, brincar no Paint e se divertir com os CDs-ROM, que vinham com programinhas e jogos (e que a gente comprava na banca de jornal). Um dos modelos comuns de PCs na época era o IBM Aptiva, que vinha com o Windows 95 instalado


Startac, da Motorola. Era um dos celulares ''queridinhos'' de 1996, graças ao design fino e com abertura flip. Ele pesava só 87g e, além do modelo na cor preta, havia um roxo. Mas para tê-lo era necessário pagar até R$ 2.000 na época. O valor, corrigido para 2013, é de R$ 8.320, com o qual daria para comprar atualmente quatro iPhones 4S


Toca-discos 2x1 portátil. Item ainda muito popular em nove entre dez aulas de cursos de línguas pelo Brasil (brincadeira!), o toca-discos portátil já foi sonho de consumo de muitos jovens no final dos anos 90 e início do novo milênio. O gadget não podia faltar na viagem à casa na praia, no churrasco da turma ou na festinha do salão do prédio


 Discman portátil. Depois das fitas cassetes, veio o advento do Compact Disc, o popular CD -- e do aparelho portátil para podermos ouvi-lo. O discman era comum de ser encontrado até pouco tempo depois da virada do milênio (e pouco antes do lançamento dos MP3 players). Ou seja, o gadget chegou a ser bastante útil para quem ''queimava'' CDs com músicas baixadas da ''net''


Motorola Razr V3. ''Hello, Moto''. Com esse toque a Motorola tornou o Razr V3 um sucesso de vendas em 2006. No Brasil, o modelo V3C era vendido por R$ 1.699 (equivale a cerca de R$ 2.631 em valores corrigidos atualmente). Na novela ''Belíssima'', a vilã Bia Falcão (interpretada pela atriz Fernanda Montenegro) usava um Razr V3 na cor cinza, o que ajudou a popularizar o aparelho no país


Palm Treo. Antes do surgimento dos smartphones e tablets, eram os handhelds (''micros de mão'', como eram chamados) que faziam sucesso. O Treo funcionava como celular, mas também tirava fotos (em resolução VGA), gravava vídeos, tocava MP3, tinha teclado QWERTY e tela sensível (dava para mexer nela com uma canetinha especial, que custava os olhos da cara)


 Notebook tijolão. Os computadores portáteis finíssimos atuais pouco lembram os notebooks tijolões -- mas portáteis -- que fizeram sucesso no início deste milênio. Pesando pelo menos 3 kg, foram de grande utilidade para quem já trabalhava na época. Um modelo popular foi o ThinkPad, da IBM. Mais tarde, a marca ''ThinkPad'' foi comprada pela Lenovo I


Macintosh colorido. Em meio a um mar de computadores beges e sem graça (por fora, digamos), surgiram em 1998 os Macs de terceira geração com design curvilíneo e coloridos (azul e branco). Em 1999, a Apple atualizou a linha com cinco opções de cores. Logo os Macs virariam sonho de consumo dos que desejavam abandonar a ''caretice'' do Windows


 Sony Cybershot. A linha de câmeras digitais compactas era bastante popular (ainda é, mas agora enfrenta uma concorrência enorme) e começou a ser fabricada em 1996. O primeiro modelo, o DSC-F1 tirava fotos com resolução máxima de 2 megapixels e tinha uma tela de LCD de apenas 1,8 polegada. Com o passar o tempo, elas foram ficando menores e a resolução aumentou (em 2003, já havia um modelo de 8 megapixels)


iPod. A febre das músicas digitais, no formato MP3, tornou populares vários players, mas o iPod, da Apple, foi referência nesse mercado durante muitos anos. Seu design simples e a facilidade em operá-lo fizeram com que ele virasse um item bastante desejado. Porém, seu preço caríssimo (em 2003, o modelo de 40 GB custava incríveis R$ 3.000, equivale a cerca de R$ 5.706 em valores corrigidos atualmente) deixava a ideia de comprar um em um plano (bem) distante


 iPhone 3G. Apesar de ter sido lançado pela Apple em 2007, o primeiro modelo a ser vendido oficialmente no Brasil foi o iPhone 3G. No pré-pago, o aparelho custava entre R$ 1.000 e R$ 2.599 (R$ 1.481 e R$ 3.850, em valores corrigidos para 2013). Ele tinha câmera de 2 megapixels, processador ARM de 600 Mhz, GPS e vinha com a loja de aplicativos App Store


MacBook Air. Antes da chegada do iPad ao mercado, um dos sonhos de consumo de produtos da Apple era o finíssimo Macbook Air. Com design bem elegante, o gadget fazia as pessoas imaginarem o impacto (de inveja nos outros) ao chegar a uma reunião e colocá-lo na mesa. O preço do Macbook Air, no Brasil, no entanto, deixou a cena apenas na imaginação: era vendido, em 2008, por R$ 6.499 (equivale a cerca de R$ 8.935 em valores corrigidos atualmente)


Netbook. Pequeninos e bonitinhos, os computadores portáteis viraram febre em 2009 e eram itens altamente desejados como presente de Natal na época. Pelo design fino e telas pequenas, com tamanhos entre 7 e 10 polegadas, os netbooks chamavam a atenção sempre que alguém aparecia com o aparelho. O Vaio W, da Sony, custava R$ 1.999 (equivale a R$ 2.502 em valores corrigidos atualmente). Eles perderam o reinado com a chegada dos tablets, que ganharam o coração daqueles em busca de ultraportáteis


Kindle 2. Foi o primeiro modelo do e-reader vendido pela Amazon em países além dos Estados Unidos. O leitor de livros digitais virou um acessório ''cool'' (bacaninha) para ter e mostrar para os amigos -- alguns, infelizmente, até hoje não entendem a utilidade do leitor de livros eletrônicos


 iPad. A primeira versão do tablet causou frisson no mundo ao ser lançada em 2010, levando consumidores a enfrentarem filas quilométricas para comprá-lo, mesmo sem entender ainda para que servia o ultraportátil. Era a expressão clara do ''efeito Apple''. No Brasil, o sonho de consumo levou muitos a comprarem o tablet no exterior (entrevistamos na época um estudante do Ensino Médio, um cirurgião dentista, um baterista, um servidor público e um publicitário, todos compradores do iPad antes do lançamento oficial no Brasil)


Fonte: UOL

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